
Conforme vivemos, envelhecemos e apresentamos novas experiências para o coração, o amor vai mudando, ficando limitado, cheio de remendos. Mais maduro e consciente. Conforme o coração vai se partindo, a gente vai vivendo e a uma certa altura ele ja parece estar de muleta, todo enfaixado, sem aquela confiança de que nada vai lhe acontecer. (…) Conforme envelhecemos, amamos de forma diferentes, porque devido a fatores como experiência memória e autopreservação pensamos, agimos e vivemos de forma diferente. Começamos a sentir medo de nos machucar, pois já sofremos muito em relacionamentos passados. Temos receio de nos entregar porque provavelmente o outro já deve ter tido várias experiências e vai brincar conosco. Quanta besteira! A melhor coisa que existe, o maior presente que você pode dar a alguém é expressar seus verdadeiros sentimentos. Se ele não souber dar valor a isso, é porque não é evoluído o bastante para respeitar outro ser humano - e isso não é problema seu. Fique tranqüila e saiba que você fez a sua parte, que você viveu. A grande sabedoria é manter viva a chama da paixão simples e ingênua. E, quando você encontrar seu grande amor, saber adaptar os problemas do dia-a-dia, as cobranças que vem com o tempo ao romance, à entrega, ao respeito, à capacidade de se expor. É ter coragem de tirar a muleta do coração e incentivá-lo a ser ingênuo, a acreditar outra vez. Extinguir todo o ciúme, medo, agressividade, falta de respeito e orgulho, porque o verdadeiro amor não tem espaço para esses sentimentos. (Marcos Mion)
Postado em 18/2/11 às 16:12 | 16 notes | (reblog this!)
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